2019-02-20
Já foram divulgados os dados do ranking de 2018 das escolas do ensino básico e secundário de todo o país.
No caso da Terceira, a escola Tomás de Borba é que se encontra em melhor posição, quer no ensino básico, quer no secundário.
No ensino básico, a Tomás de Borba ficou na posição 528, em 1206 escolas.
Ainda na Terceira, segue-se, em segundo melhor lugar, a Escola Básica e Integrada de Angra do Heroísmo, depois a Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, a Secundária Vitorino Nemésio, a Escola Báisca e Integrada Francisco Ferreira Drummond e, em último, a nível de ilha, a Escola Básica e Integrada Francisco Ornelas da Câmara, na Praia da Vitória.
No ensino básico foram tidas em conta 1206 escolas, com base na análise de 50 ou mais exames de Português e Matemática realizados.
A Escola Básica e Integrada dos Biscoitos, por não conseguir obedecer a este critério, não entrou no ranking.
No secundário, como referido, a Tomás de Borba continua a liderar, no contexto da Terceira, ficando no lugar 364 de 627 escolas do país.
O segundo lugar, no secundário, vai para a Jerónimo Emiliano de Andrade, que ficou no lugar 394, e o terceiro para a Vitorino Nemésio, com a posição 459.
Aqui, foram tidos em conta as notas dos exames das 8 disciplinas com mais alunos em escolas com 50 ou mais exames realizados.
A nível Açores, no ensino básico, o Colégio Castanheiro (privado), em Ponta Delgada, foi a escola mais bem posicionada, enquanto a Escola Básica Integrada de Rabo de Peixe foi a pior.
No secundário, a melhor posição foi alcançada pela Escola Secundária Antero de Quental, também em Ponta Delgada e, no pior lugar, ficou a Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico.
O ranking de 2018 das escolas do ensino básico e do secundário resulta de uma parceira da RTP com jornal Público.
Entretanto, a Secretaria Regional da Educação já reagiu, dizendo que os “resultados relativos às escolas dos Açores, no que diz respeito aos exames do ensino secundário, estão genericamente em linha com a tendência nacional”.
O Governo Regional acrescenta ainda que “os rankings devem ser encarados com cautela, e que, embora tenham um impacto social considerável, traduzem uma visão redutora do trabalho realizado nas escolas e da qualidade dos sistemas educativos”.